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sábado, 31 de julho de 2010






Na data do prazer sexual, discute-se a dificuldade que muitas mulheres têm de se satisfazer

Correio Braziliense

Publicação: 31/07/2010 08:05


A data comemorativa de hoje é sugestiva: o Dia Internacional do Orgasmo. Concebida há oito anos por lojas de sex shop da Inglaterra para discutir a sexualidade feminina e esquentar as vendas nesse tipo de estabelecimento, a celebração tinha outra meta na época em que foi criada: diminuir o grau de insatisfação das inglesas em relação ao sexo. Pesquisas locais apontavam que cerca de 80% das britânicas não atingiam o clímax durante o ato sexual.

Carmita Abdo defende que as mulheres tentem conhecer o próprio corpo

No Brasil, as estatísticas são bem menos acentuadas, mas isso não significa que o tema deixe de instigar os brasileiros. Pesquisas realizadas pelo Projeto Sexualidade, do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), revelam que a preocupação em torno do prazer supera até mesmo os cuidados com a saúde: 55,9% dos homens temem não satisfazer a companheira, enquanto 44% têm medo de contrair doenças sexualmente transmissíveis.
O receio masculino é respaldado por números. Levantamento dos pesquisadores da USP em 2003 revela que 26% das brasileiras têm a chamada disfunção orgástica, ou seja, a dificuldade de alcançar o orgasmo, ou sua total ausência. O percentual masculinoé de aproximadamente 4%.
Uma das fundadoras do Projeto Sexualidade, a psiquiatra Carmita Abdo destaca que, para superar as dificuldades em se chegar ao orgasmo, uma das abordagens tem que ser a busca por um momento íntimo com o próprio corpo. "É importante que a mulher busque se conhecer. Assim, ela pode comunicar para o parceiro sobre suas preferências. Mas a indicação é que ela respeite seu próprio ritmo. Não dá para exigir algo que não condiz com a fase de sua vida", afirma a especialista. Segundo a pesquisadora, um terço das brasileiras nunca se tocou, e dois terços acham a prática desconfortável.

Comentário:
Leonardo Bueno diz que:
Vale ressaltar que tem é muito homem incompetente que pensa apenas em si mesmo e não consegue fazer a parceira chegar ao orgasmo.

VEJA AQUI 8 FORMAS DE ATINGIR O ORGASMO


Segundo o Psicólogo e Pesquisador do Instituto Paulista de Sexualidade, Diego Henrique Viviani, grande parte das mulheres não se permite sentir orgasmo. "Falar de sexualidade feminina sempre é muito permeado por crenças e mitos. Normalmente a mulher não aprende a se tocar, a se perceber enquanto ser sexual", afirma Diego, salientando que isso pode prejudicar a vivência de uma sexualidade saudável.

São muitos os fatores que podem influenciar no fato de a mulher atingir ou não o orgasmos. "O sexo é permeado de condições emocionais que facilitam o processo: o bem estar, uma relação conjugal de qualidade, amor, carinho, afeto, tudo isso facilita o processo de excitação", explica o psicólogo, sublinhando a importância de que a mulher tenha consciência corporal, saiba utilizar os seus sentidos a favor de sua excitação e do seu prazer sexual.

Complicada e perfeitinha


O que é tiro e queda para uma mulher, para outra é nada feito. "Não existe uma maneira unânime de excitação sexual feminina ou masculina. Portanto quando cada um da parceria sabe o que lhe é confortável e isso é comunicado e compreendido pelo casal, quando há respeito e cumplicidade, o processo tende a melhorar e facilitar que cada um saiba o que fazer para que o outro sinta-se melhor e tenha a possibilidade de prazer no encontro sexual", conclui.

terça-feira, 22 de junho de 2010




Anel vibrador para pênis



Este brinquedo sexual é composto de um anel desenhado para se ajustar à base do pênis que, mediante a vibração que produz, consegue alcançar o estimulo preciso para o casal.
Esta vibração tão atraente é produzida por um diminuto vibrador contido em uma cápsula no anel. Esta função dura por volta de 20 minutos.
O sentido deste aparelho é que ambos os membros do casal, achem a maneira de sentir melhor a vibração e curtir do sexo de uma maneira diferente.Pode ser usado de duas formas:
Camisinhas vibradoras: É colocado o anel vibrador sobre a camisinha quando o pênis esteja ereto sobre a parte superior do pênis.
Anel sozinho, sem camisinha: Gire o interruptor do vibrador para que ele comece a vibrar e coloque na parte superior do pênis ou ponto sensível.


Anéis para prolongar a ereção


Os anéis para pênis, também conhecidos como “cock rings”, foram criados a princípio como método para manter a ereção durante mais tempo em caso de que existissem transtornos.

Sua utilização é muito simples: coloque este anel na base do pênis, buscando que ele segure bem o escroto e os testículos. O objetivo final é prolongar a ereção por meio da retenção do fluxo de sangue no pênis, o que pode ajudar, inclusive, a retardar a ejaculação.



Hoje em dia podemos encontrar uma grande variedade de brinquedos sexuais baseados neste anel para pênis, como os modelos que vêm com estimulador do clitóris ou vibrador incorporado. Além do mais, se fabricam em todo tipo de formas, cores, texturas e tamanhos. Em quanto aos materiais, os há de couro, borracha, silicone ou látex, entre ouros.



O que se deve tomar em conta é escolher o tamanho adequado, pois é lógico que, se ficar muito apertado, cortará a circulação de tal maneira que, inclusive, impedirá que o pênis alcance a ereção. Se ficar muito solto não produzirá o efeito desejado, que é uma ereção duradoura que facilite o sexo.



Respeito à questão do tempo de uso, o conveniente é não usá-lo durante mais de trinta minutos seguidos. Ante qualquer sinal estranho ou incômodo, por leve que seja, retire o anel imediatamente para evitar problemas maiores.




quinta-feira, 18 de março de 2010



EM FOGO BRANDO


Beije e lamba as dobrinhas. Sua língua já conhece os locais óbvios. Agora concentre seus esforços em outros pontos dela, como cotovelos, joelhos, ombros, tornozelos, pescoço, ossos do quadril. “Esses lugares são raramente acariciados por um tempo longo”, conta Davidson. “É uma sensação ótima.” Veja se você consegue enlouquecê-la.
Use frutas…Calda de chocolate e chantili entram em cena nos filmes. Em vez disso, faça do corpo dela um espremedor para sucos. “As melhores frutas para o sexo são as que você pode esfregar no corpo, como manga ou mamão”, conta a terapeuta sexual Ava Cadell. “Depois devore ambas, ela e a fruta.” Fiquetodo lambuzado, tome banho e faça de novo.
...e frutas vermelhas. Esqueça o café com torradas – traga chocolate quente (um estimulante sexual para ela), framboesas e morangos para a cama. Essas frutas reabastecem o zinco que você perde quando ejacula – cerca de 5 miligramas, ou um terço de sua necessidade diária.
Tente mudar sem mudar de posição.Quando você iniciar as preliminares, digaà sua parceira que você vai continuar o que está fazendo até que ela fale o que deve ser feito em seguida. Isso funciona física e mentalmente: é uma forma de encorajá-la a se abrir e mostrar a você o que ela realmente quer. Agora, sua vez.
Faça uma massagem. Desde que seja interessante. Aí vão as sugestões:>> Num dia quente, passe uma latinha de refrigerante gelada atrás das coxas dela.>> Quando estiver frio, esquente uma toalha no microondas por dez segundos e a massageie com ela.>> Tempere a barriga dela com um pouco de sal e passe a língua devagar para retirá-lo. Adicione tequila a gosto.>> Vista as luvas de inverno pelo avesso e use o lado macio para a massagem.
Deixe-a arrepiada. “O frio é sentido por uma quantidade maior de terminações nervosas do que o toque, assim você estará expandindo a área de resposta dela”, ensina Phillip Hodson, terapeuta sexual britânico. Sugestão: faça uma trilha de uvas geladas ao longo do pescoço dela, mamilos e interior das coxas.Encha-a de pequenas mordidas. Agora coloque uma uva na boca e gentilmente pressione-a contra o clitóris dela, segurando-a com os dentes ou entre os lábios.
Fique limpo. Aqui vai uma aula sobre a arte de tomar banho juntos. Encha a banheira com uns 12 centímetros de água quente e despeje mais espuma de banho sobre o corpo dos dois. Faça-a deitar sobre você e use o corpo dela como esponja. Aumente a diversão com acessórios eróticos – dados flutuantes, por exemplo. Quando jogados, eles revelam instruções sexy como “esponja na barriga” ou “beijar costas”.
Esfregue-a. Para um melhor efeito na ducha, aplique nela umas gotas de gel de banho com água e comece a esfregar. A garota vai sentir três diferentes tipos de estímulo – a pressão forte da água, a maciez do gel e o toque firme de suas mãos. Esse é o tipo de sexo a três que a excita.


EM EBULIÇÃO


Faça uma panqueca de lençol.A fantasia de servidão é sempre atraente. Mas qualquer coisa com cadeados, velcro ou amarras pode assustá-la (e a você também). Portanto tente o seguinte: na cama, enrole-a no lençol de maneira que ela não possa mover os braços. Deixe a cabeça dela, ombros e metade das pernas descobertos. E então beije cada centímetro de pele exposta. É simples, espontâneo e não tão óbvio.
Cubra os seus olhos. Uma mulher insegura em relação ao seu corpo prefere o papai-mamãe, pois você não consegue vê-la nessa posição. Se você realmente não pudervê-la porque seus olhos estão vendados, ela fará muito mais com você, para você e por você.
Peça permissão. Descubra antes de penetrá-la se está tudo ok, só que evite um questionamento formal para não cortar o clima. “As mulheres valorizam muito esse tipode iniciativa”, comenta Carmita Abdo. Isso dá a elas um senso de respeito e mais segurança para relaxarem sexualmente. “Não precisa ser uma ação verbal ou explícita. Você pode demonstrar preocupação fazendo um jogo com o corpo e ela também responderá com o dela.”
Pratique. Depois dessa primeira penetração, faça de novo – devagar. Repita várias e várias vezes. “Uma das coisas que mais excitam é a antecipação”. “Não tire tudo de uma vez, mas só o suficiente para que ela antecipe uma nova penetração.”
Faça bolhas. Beba champanhe antes do sexo oral e use sua língua para borbulhar em volta do clitóris dela. Terminações nervosas reagem muito bem às bolhas.
Simplifique. No sexo oral em você, fique de pé e sua parceira de joelhos ou sentada na cama. Assim ela pode fazer melhor, com maior controle, e é menos cansativo.
Ou brinque de apertar. Com ela de bruços e você por cima, feche as pernas dela e posicione as suas por fora. A vagina ficará mais apertada, o que dará mais prazer a vocês dois.
Cresça. Quando você estiver por cima, coloque as pernas dela sobre seus ombros. Essa posição encurta o canal vaginal, portanto seu pênis parecerá maior dentro dela.
Apóie sua mulher. Para melhorar o sexo por trás, faça com que ela se ajoelhe no chão próximo da cama, com seu peito tocando o colchão. É um meio de alongar o canal vaginal, que ficará mais estreito. Você vai ter uma vista fantástica e ela ainda vai aproveitar o estímulo dos mamilos em contato com o lençol.
Deixe ela dar um colar de pérolas para você. Mas não um verdadeiro. Lubrifique levemente as pérolas e o seu pênis. Deixe-a enrolar o colar em volta dele movimentando-o devagar, para cima e para baixo, com suave movimento rotatório. As pérolas dão a sensação de calor e maciez, despertando um novo nível de sensações.

terça-feira, 15 de setembro de 2009



Mulheres dão seis dicas de preliminares aos parceiros!!

Às vezes, o instinto não é suficiente para ter uma boa transa...

Enquete:


Na sua opinião, o que é mais importante para as mulheres na hora do sexo?
Preliminares, Penetração, Tamanho do pênis, Demonstração de afeto ?
Todo homem quer satisfazer sua parceira na cama. Mas, às vezes, o instinto e o que se vê nos filmes não bastam para ter prazer na hora do sexo. Como a sexualidade feminina é muito mais complexa do que isso, aqui vão algumas dicas das mulheres para uma transa inesquecível:

1. Brincadeiras na hora das preliminares
Os jogos na hora das preliminares são muito importantes para as mulheres. Não vá diretamente para a penetração. Passe um tempo estimulando as diferentes zonas erógenas da mulher. Isto permite que a mulher se excite e se lubrifique, preparando-se para a penetração. O sexo não deve ser reduzido somente a um ato de penetração e ejaculação. Muitas mulheres dizem que os jogos preliminares podem ser tão ou mais importantes que a penetração.

2. A vagina não é o único local de prazer
Lembre-se de que a vagina e os seios não são as únicas zonas erógenas de uma mulher. O corpo da mulher possui um grande número de zonas altamente eróticas. Atreva-se a descobri-las. Tente excitar sua parceira por meio das orelhas, dos braços, das mãos, das costas, do espaço entre as pernas, dos músculos e inclusive dos pés.

3. Os seios são delicadosNa hora da transa, por mais que você esteja empolgado com o sexo, é preciso ter em mente que os seios são extremamente sensíveis. Não os trate com rudeza, nem aperte-os com muita força. Dê atenção para toda a parte dos seios e não somente aos mamilos. Muitos homens pensam que somente o estímulo dos mamilos excita uma mulher. Os beijos e carícias em todo o seio oferecem sensações muito prazerosas e excitantes.

4. Atenção especial ao clitóris
Quando você estimular manualmente o clitóris e não com a boca, não faça isso com força. O clitóris é tão ou mais sensível do que a glande do pênis de um homem. Algumas mulheres não toleram o estímulo direto do clitóris, ao menos que estejam muito excitadas. A princípio, estimule as zonas ao redor do clitóris e, progressivamente, à medida que sua parceira for ficando excitada, estimule-o diretamente.

5. Lubrificação é importante
Durante o estímulo manual do clitóris, é muito importante que a zona genital esteja bem lubrificada. Se ela não estiver, é provável que haja dor. Antes de estimular os órgãos genitais, acaricie, beije e toque outras zonas do corpo dela. Isto ajudará a mulher a se excitar, o que gera a lubrificação vaginal.

6. Contato manual com a vagina
Se você for introduzir o pênis ou mesmo os dedos na vagina, assegure-se de que ela esteja bem lubrificada, porque do contrário você vai causar muita dor a sua parceira. Introduzir muitos dedos de uma vez só também pode causar dor. Sendo assim, se você não tem muita certeza de quantos dedos pode penetrar em sua parceira, comece colocando um e logo pergunte se ela deseja que introduza outro e assim sucessivamente. Assegure-se também de que suas unhas estejam bem cortadas e que seus dedos estejam limpos, senão você poderá causar feridas e infecções na sua parceira.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009


Bolinhas Desodorantes Vaginais:



Bolinhas aromatizadas que estouram na vagina durante a penetração, provocando uma agradável sensação de refrescância e odor.

Favor quem usar deixar comentário no blog, ok?

quinta-feira, 10 de setembro de 2009



Estágios da Resposta Sexual Masculina

A maioria dos homens que vivencia uma excitação sexual que se prolonga até a ejaculação exibe as alterações fisiológicas descritas abaixo. Contudo, como verificaremos na seção seguinte, esses estágios seqüenciais resultam de respostas coordenadas em sistemas diferentes, ainda que inter-relacionados isso explica o fato de que, em certas condições clínicas, os estágios não são coordenados e não ocorrem seqüencialmente.As provas clínicas e fisiológicas indicam que há três componentes distintos na resposta sexual masculina: (1) um estágio de desejo sexual; (2) uma reação vasocongestiva do pênis, que produz uma ereção (fases de excitação e nivelamento), e (3) as contrações musculares clônicas que acompanham o orgasmo masculino (fase orgásmica).Pode-se observar uma dissociação dos dois últimos componentes em certos estados clínicos, nos quais, por exemplo, o homem tem uma ereção, mas a ejaculação fica involuntariamente inibida, ou ejacula sem que ocorra ereção.A separação da resposta sexual humana nessas fases é comprovada pelo fato de que a ereção e a ejaculação se apóiam em estruturas anatômicas e mecanismos fisiológicos separados, sendo cada uma delas diferentemente afetada por certos traumas psicológicos e físicos, estados de doença, drogas e envelhecimento.Além disso, sabe-se agora claramente que o desejo, a ereção, a ejaculação e o orgasmo, embora habitualmente coordenados e tendo a aparência de uma resposta unificada, constituem, na verdade, respostas separadas. Por exemplo, uma pequena percentagem dos homens submetidos à castração enquanto sexualmente maduros e ativos, e que não recebem uma terapia substitutiva à base de testosterona, continua a experimentar algum desejo, ereção e orgasmo, embora sem nenhuma emissão, durante anos.De modo semelhante, 1 a 2% dos homens submetidos a cirurgia em decorrência de carcinoma da próstata, dos quais todos os órgãos sexuais internos são removidos, relatam ocasionalmente a experiência de ereção e sensação de orgasmo, a despeito da ausência de qualquer emissão de sêmen.Ademais, as síndromes clínicas que implicam um prejuízo do desejo, ereção e ejaculação apresentam etiologias um tanto diversas, reagem a diferentes estratégias de tratamento e têm prognósticos diferentes.Fase de DesejoAs três fases sucessivas no ciclo de resposta sexual masculina normal são: (1) desejo; (2) lubrificação-intumescência (as fases de excitação e nivelamento); (3) fase orgásmica. Embora as bases fisiológicas do desejo sexual sejam precariamente conhecidas, diversos fatos já ficaram estabelecidos.Primeiro, o desejo sexual masculino geralmente exige quantidades suficientes de testosterona, embora não seja simples estabelecer a relação entre o nível de desejo e a quantidade de hormônio.Segundo, o impulso sexual está relacionado, de algum modo, com o funcionamento do sistema límbico, posto que alguns pacientes com convulsões psicomotoras experimentam alterações substanciais no impulso sexual; o uso de medicamentos que reduzem a atividade convulsiva ou a execução de uma lobotomia temporal altera ainda mais o impulso sexual.Terceiro, sabemos que há neurotransmissores centrais de amina envolvidos, posto que os distúrbios afetivos, como a depressão e a mania, nos quais se acham implicadas alterações na disponibilidade funcional dessas substâncias, estão geralmente associados com aumentos ou reduções substanciais no impulso sexual. As doenças ou intervenções médicas que afetam esses sistemas neurotransmissores centrais podem modificar o nível de interesse sexual.Fase de Excitação (estágio inicial da fase de lubrificação-intumescência)No homem, a primeira resposta à estimulação sexual eficaz é a ereção. Há também uma reação mais generalizada de vasocongestão e tensão muscular aumentada. Os batimentos cardíacos aumentam, a pressão sangüínea eleva-se e a respiração torna-se mais profunda e mais rápida. Outras modificações durante esse estágio incluem achatamento e espessamento do saco escrotal e encurtamento dos cordões espermáticos, que resulta na elevação dos testículos.Fase de platô (estágio avançado da fase de lubrificação-intumescência)A fase de platô é um prolongamento e uma extensão da fase de excitação. Com o aumento da estimulação e da excitação sexual, as respostas vasocongestiva e miotônica continuam e o pênis atinge seu ingurgitamento máximo com sangue. Os testículos também se tornam túrgidos, aumentando cerca de uma vez e meia em relação a seu tamanho no estado não-congestivo.Os testículos dão continuidade à elevação iniciada no estágio de excitação, atingindo eventualmente uma posição estreitamente oposta ao períneo. Durante esse estágio, aparecem duas ou três gotas de material mucóide, que emerge do meato peniano. Acredita-se que a fonte desse material seja a glândula de Cowper.Fase OrgásmicaAmbos os componentes da ejaculação masculina foram descritos por Masters e Johnson. O primeiro componente, que consiste nas contrações dos órgãos acessórios internos da reprodução, é acompanhado pela sensação de ejaculação iminente e, em seguida, inevitável. Esse aspecto da fase orgásmica é chamado "emissão".Durante o segundo componente, denominado "ejaculação propriamente dita", ocorrem contrações de recorrência regular do esfincter uretral e dos músculos bulboesponjosos, isquíocavernoso e transverso superficial e profundo do períneo, todos dando origem a diversos jorros ejaculatórios a intervalos de 0,8 segundo.As sensações mais intensamente prazerosas são experimentadas nesse estágio. A emissão ocorre um ou dois instantes antes da ejaculação propriamente dita: Acredita-se que os orgãos internos se contraiam de modo a que os vários componentes do ejaculado possam acumular-se na uretra bulbar, imediatamente antes da expulsão efetuada pelo poderoso mecanismo muscular bulbar.Após a ejaculação, o homem fica resistente à estimulação sexual adicional, no sentido de que se faz necessário o decurso de um período variável de tempo antes que outra ejaculação se torne possível. Há um período inicial absolutamente resistente, durante o qual nenhuma quantidade de estimulação desencadeia outra ejaculação, seguido por um período mais longo e relativamente resistente, no qual a ejaculação pode ocorrer, embora exija estimulação mais intensa e mais prolongada.Em geral, o período resistente dos homens torna-se mais longo à medida que envelhecem. Assim, na adolescência, é possível que sejam necessários alguns momentos a um ou dois minutos para que o homem seja capaz de experimentar uma segunda ejaculação, mas, nos homens mais velhos, o período resistente pode prolongar-se por horas, ou, em alguns casos, dias.Nos homens mais velhos, Masters e Johnson observaram que, mesmo sem a ejaculação, a capacidade de conseguir novamente uma ereção após sua perda pode ficar adiada por várias horas. Os autores denominaram esse fenômeno de "período resistente paradoxal".Estágios de ResoluçãoDurante a resolução, as modificações que acompanham a tensão sexual aumentada retrocedem, à medida que o organismo volta a seu estado de repouso, não-estimulado. Tendo ocorrido o orgasmo, a respiração, o ritmo cardíaco e a pressão sangüínea retornam rapidamente ao nível basal. Os testículos decrescem de tamanho e voltam a sua posição habitual de repouso.Exceto nos homens jovens, o pênis detumesce em duas etapas após o orgasmo. Há uma redução imediata de 50% do tamanho, provavelmente em vista do esvaziamento dos corpos cavernosos. A detumescência da segunda etapa é mais retardada, em decorrência do esvaziamento mais lento do corpo esponjoso e da glande.A primeira etapa da involução do pênis prolonga-se quando os estágios de excitação e nivelamento do ciclo da resposta sexual são deliberadamente estendidos. A segunda etapa é retardada quando há alguma estimulação sexual residual, tal como ocorre quando o pênis permanece no interior da vagina.Quando o período imediatamente pós-ejaculatório é desprovido de estímulos sexuais, como pode acontecer se o homem levantar-se e andar, falando sobre algum assunto diferente, a detumescência completa ocorre com maior rapidez.Fonte: Patologia e Terapia Sexual - 1ª Ed. - 1994.Copyright © 2000 eHealth Latin America